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Partnering with a more human resource
A robotização e o RH podem falar a mesma língua?
Com a constante chegada de ferramentas e tecnologias ao mercado, o departamento de Recursos Humanos também passou a adotar essas inovações no seu dia a dia. Atualmente, já podemos falar sobre análise de perfis de colaboradores, acesso real time a documentos – referentes a folha de pagamento, férias, licenças, atestados entre outros – e a organização completa dos dados de uma companhia no ambiente online.
 
Segundo a HR Magazine afirmou em 2016, o “RH precisa estar envolvido em discussões acerca da preparação e da ascensão da automação nas empresas”. Pensando nisso, selecionamos três tendências sobre o tema que deverão guiar o mercado nos próximos anos:
 
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Você trabalha além do horário? Veja como essa questão é vista pelo mercado
Independentemente se você é autônomo ou contratado por uma grande empresa, já deve ter olhado para o relógio em um dia muito atarefado e percebido que trabalhou mais do que deveria.
 
Mas você sabe qual é o limite da jornada de trabalho no Brasil?
 
Atualmente, é estabelecida a contagem de oito horas diárias e 44 semanais, mesmo que muitas vezes não consigamos seguir à risca essas delimitações – seja por prazos curtos, entregas emergenciais ou diversas demandas que aparecem em nosso dia a dia e que não podem esperar o dia seguinte.
 
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O que é desoneração da folha de pagamento e quais são seus possíveis efeitos?
Desde 2011 o Governo Federal tem alterado a forma pela qual tributa as empresa para fins de financiamento da previdência social. Historicamente as despesas previdenciárias têm sido financiadas por contribuições de empregados e empregadores. Estes últimos pagam contribuições equivalentes a 20% da folha de pagamento das empresas.
 
A chamada “desoneração da folha de pagamentos” implementada pelo Governo Federal consiste em substituir tal contribuição patronal por outro tributo incidente sobre o faturamento da empresa, e não mais sobre a folha de pagamentos, com alíquotas entre 1% e 2%, a depender do setor da economia.
 
Há redução parcial do imposto pago, pois, de modo geral, a receita gerada por essas alíquotas não compensa a perda advinda da menor tributação sobre a folha, o que significa perda de receita para o Erário e alívio financeiro para o contribuinte. Há um compromisso financeiro do Tesouro no sentido de ressarcir a previdência social pela receita perdida. Mas para o setor público como um todo (Tesouro mais Previdência) o resultado é perda de receita.
 
A principal razão para a adoção dessa alteração tributária é reduzir os custos de produção no Brasil, em especial o custo da indústria, que tem enfrentado dificuldades para competir com os concorrentes internacionais. Como é sabido, a carga tributária no Brasil é bastante elevada. Enquanto a indústria brasileira exporta embutindo em seus preços os altos custos tributários do país, seus concorrentes podem oferecer preços menores, pois pagam menos impostos em seus países de origem. O mesmo raciocínio vale para o mercado interno: a indústria nacional não consegue oferecer preços competitivos com os das importações.
 
A perda de mercado no país e no exterior reduz a participação da indústria no PIB. Isso diminui a oferta de empregos de qualidade, desestimula o esforço de inovação tecnológica das empresas, e amortece o impacto multiplicador que a indústria tem sobre outras atividades da economia. Em consequência, o Brasil tende a crescer mais lentamente.
 
Um tipo de tributo que é especialmente pesado para as empresas em geral, e a indústria em particular, são os encargos sobre a folha de pagamentos. De acordo com cálculos do DIEESE, uma empresa que contrate um trabalhador com o salário de R$ 1.000,00 acaba tendo um gasto adicional de R$ 308,90 (ou 31%) com contribuições sociais sobre a folha de pagamento1. Além da contribuição para a previdência, equivalente a 20% do valor do salário, há outras contribuições, como salário-educação e contribuições ao “Sistema S”, ao que se acrescenta o seguro-acidente.
 
Dados do Banco Mundial evidenciam o peso da carga tributária sobre a contratação de mão-de-obra no Brasil. O Gráfico 1 mostra a tributação sobre o trabalho como proporção do lucro comercial para empresas de vários países. O Brasil tem a 6ª maior carga em um conjunto de 176 países.
 
 
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O colaborador do futuro precisa ‘impor sua voz’ no ambiente de trabalho, aponta o autor Jacob Morgan
Com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho, muito se tem falado sobre como o futuro impactará a rotina das empresas, os novos desafios dos gestores e, também, o departamento de Recursos Humanos.
 
A ADP tem colocado essa questão em pauta, em especial após o lançamento da pesquisa Future of Work, em 2016. E, para colaborar com seu discurso, o autor de três best-sellers, incluindo o livro “The Future of Work: Attract New Talent, Build Better Leaders, and Create a Competitive Organization”, orador e futurista Jacob Morgan respondeu a algumas perguntas a convite do blog.
 
Na conversa, ele abordou como as cinco tendências que basearam sua obra: “globalização”, “mobilidade”, “mudanças demográficas”, “tecnologia” e “novos comportamentos”, têm mudado a cultura das empresas no mundo, e qual é o papel dos colaboradores nessa verdadeira revolução dentro das companhias.
 
Confira, abaixo, os principais pontos da conversa.
 
ADP: O tópico “futuro do trabalho” não é muito discutido no Brasil devido a nossa legislação trabalhista. Mas como você analisa o mercado global atualmente? Quais são as tendências que tendem a se tornar uma realidade de maneira mais ágil em alguns continentes, e as que aparecerão com mais atraso em outros?
 
Jacob Morgan: Em meu primeiro livro, “O Futuro do Trabalho”, explorei cinco tendências que são relativamente consistentes independentemente de onde você esteja. Elas são: globalização, mobilidade, mudanças demográficas, tecnologia e novos comportamentos. Cada organização tem que encarar esses tópicos. E, mesmo que elas sejam consistentes, pode haver diferenças nas maneiras pelas quais cada uma é abordada pelas corporações. Por exemplo, discussões sobre automação podem ser, talvez, mais predominantes e adiantadas no mercado internacional do que no Brasil.
 
 
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Entenda os impactos da aprovação da reforma trabalhista!
1. Introdução
 
Em dezembro de 2016, o Governo Federal lançou uma proposta de reforma trabalhista que objetiva aprimorar e atualizar as relações de trabalho no Brasil. Essas propostas repercutem diretamente em alterações na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e na Lei nº 6.019/1974 que trata do trabalho temporário.
 
Diante disso, muitas empresas, profissionais de Recursos Humanos e a população, em geral, estão preocupados com os impactos dessas mudanças e todos os pontos que poderão ser negociados diretamente entre empregadores e empregados.
 
A própria administração federal alega que a CLT precisa passar por uma atualização, já que não consegue mais acompanhar a evolução de vários setores da economia — como a área de tecnologia e engenharia, por exemplo, que passam por constantes transformações.
 
Então, para te ajudar a compreender melhor as consequências de uma possível aprovação da reforma trabalhista, listamos neste artigo os pontos mais importantes sobre o tema. Acompanhe e confira!
 
 
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