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desoneração folha de pagamento
 
Como a desoneração da folha de pagamentos afeta o mercado
Como publicado anteriormente pelo blog, a Medida Provisória 774/2017, em análise pelo Governo, prevê acabar com a desoneração da folha de pagamento para empresas de vários setores. Caso aprovada, a MP preservaria o benefício a apenas três setores do mercado: transporte público, construção civil e comunicação.
 
Mas quais são os efeitos atuais da desoneração da folha no mercado?
 
A medida, segundo publicado em março pela Folha de S.Paulo, permitiu que empresas de vários setores deixassem de recolher a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha e passassem a pagar de 1% a 2% sobre seu faturamento. Assim, as empresas beneficiadas passaram a pagar menos impostos, obrigando o governo a cobrir o rombo nas contas da Previdência.
 
esocial atualizacao cronograma
 
Faltam 6 meses para o eSocial. Sua empresa já está preparada?
Depois de muitas idas e vindas e muitas mudanças no cronograma, agora não tem mais prazo. O eSocial começa a vigorar oficialmente a partir de janeiro de 2018 para empresas com um faturamento superior a R$ 78 milhões.
 
Praticamente todas as empresas já estão em fases de testes e se adequando à nova forma de encaminhar os dados de seus funcionários para os órgãos do governo e elas fizeram o certo, ou seja, se prepararam. Se esse não é o seu caso, o assunto passou da categoria importante para a de urgência máxima.
 
antonio salvador _ GPA
 
GPA, o maior cliente da ADP no mundo melhora eficiência com a terceirização do seu RH
Projeto desenvolvido para a maior empresa varejista do Brasil, com 140 mil empregados, reduziu a administração dos benefícios de 10 dias para 48 horas
 
São Paulo, janeiro de 2017 – Contando com uma força de trabalho de 140 mil profissionais alocados em mais de duas mil lojas em todo o Brasil, o Grupo Pão de Açúcar – maior empresa varejista e de distribuição do país – tinha como desafio modernizar e otimizar a gestão de seu departamento de Recursos Humanos. O objetivo era prepará-lo ainda mais para o crescimento da companhia, garantindo compliance, agilidade das operações e conformidade com normas e exigências da legislação brasileira. Para suportá-lo nesse processo, o Grupo Pão de Açúcar contou com a expertise da ADP, líder global de Gestão do Capital Humano.
 
Governo inicia período de testes para o eSocial na próxima semana
 
Governo inicia período de testes para o eSocial na próxima semana
São Paulo, Junho de 2016 – Foi anunciado no Diário Oficial, a abertura, pelo comitê gestor do eSocial, do ambiente de testes. O início do processo aconteceu nesta segunda-feira, 26/06, para as companhias de Tecnologia da Informação – para aprimoramento de seus sistemas -, e fica vigente até 31/07; uma segunda fase de liberação do sistema para as demais companhias será entre 1º de agosto a 31/12.
 
O comunicado informa que “em função da capacidade restrita do ambiente, sua utilização deverá ser efetuada de forma controlada, atendendo às orientações e aos limites descritos no manual técnico publicado no site do eSocial”. https://portal.esocial.gov.br/institucional/documentacao-tecnica
 
 
Você gerencia as gerações?
Uma mesma situação é considerada muito positiva por um grupo de funcionários e muito negativa por outro, dentro da mesma empresa. O leitor já teve essa experiência? Tamara Erickson aposta que cada vez mais gestores vêm presenciando isso, pois fez recentemente uma pesquisa para descobrir como as organizações de sucesso inovam por meio da colaboração entre as pessoas, mesmo as diferentes.
 
Erickson, que integra o prestigioso ranking dos maiores pensadores da gestão mundial, o Thinkers 50, diz, em conversa exclusiva a HSM Management, que “quem lidera uma equipe multigeracional tem de aprender a contar até dez” e deve “desenvolver mais empatia entre os membros da equipe, além de dividir outras valiosas descobertas. Ela utiliza o Brasil como exemplo ao distinguir os pontos de vista diversos das gerações.
 
Confira no Blog os principais trechos da entrevista selecionados pelo blog:
 
Desoneração da Folha de pagamento
 
Desoneração da Folha – MP 774/2017: o que o governo quer mudar
As recentes mudanças divulgadas pelo governo Federal acerca da desoneração da folha de pagamentos movimentaram a imprensa e diversos setores da economia brasileira. Pensando nisso, o blog da ADP preparou um especial sobre o tema com o objetivo de abordar as principais características dessa medida e o que muda com a Medida Provisória 774/2017, que acaba com essa cobrança às empresas.
 
Para fechar essa sequência de posts, vamos, agora, falar da MP em si. No que ela consiste e como está sua tramitação no governo?
 
Segundo publicado pela Folha de S.Paulo, o anúncio da reoneração da folha de cerca de 50 setores, para cumprir a meta de chegar ao fim do ano com um déficit de R$ 139 bilhões, foi anunciada pelo governo em março. Na ocasião, também foi informado um bloqueio de R$ 42,1 bilhões de despesas previstas no Orçamento.
 
Após o comunicado, o mercado reagiu de diferentes maneiras. Uma delas foi com o pessimismo de uma possível perda de empregos. Em texto mais recente, de junho, a Folha repercutiu esse retorno das empresas informando que setores industriais que deveriam até então perder o benefício da desoneração da folha de pagamentos “calculam que a reversão da medida poderá gerar a perda de até 77.191 postos de trabalho”. Isso porque os únicos setores os quais ainda se beneficiariam da desoneração seriam transportes, construção civil e comunicação.
 
Desoneração da Folha de pagamento
 
Desoneração da folha: quais são seus efeitos para a geração de empregos?
A medida de desoneração da folha de pagamentos, além de ser uma promessa de estímulo à produção das empresas, também trouxe a expectativa de uma maior geração de empregos.
 
Mas o equilíbrio não aconteceu exatamente como esperado.
 
Segundo o portal Brasil, Economia e Governo noticiou, tendo em vista que a desoneração da folha reduz os encargos de contratação, ela acaba por pressionar ainda mais o mercado de trabalho, elevando os salários e, portanto, as despesas. Ademais, os setores não contemplados pela desoneração arcam com o custo mais alto de mão de obra sem o correspondente ganho de redução de impostos.
 
E quais foram os resultados para os colaboradores?
 
 
 
Entrevista: Mariane Guerra, VP de Recursos Humanos ADP LatAm, para a Revista Exame
Na última sexta-feira, a ADP concedeu uma entrevista para Camila Pati, editora do Caderno de Carreiras da Revista Exame. A entrevistada foi Mariane Guerra, VP de Recursos Humanos ADP LatAm. O foco da entrevista foi divulgar a nova fase do estudo Evolution of Work 2.0, estudo focado em Talentos.
 
 
 
Desoneração da folha: o que é e cenário atual do mercado
Enquanto a Medida Provisória 774/2017 – que acaba com a desoneração da folha de pagamento para empresas de vários setores – é analisada por comissão mista do Governo, muito ainda precisa ser esclarecido sobre o tema. Como essa cobrança é feita hoje? O que muda se a MP for aprovada? Como isso afeta empresas e trabalhadores?
 
Pensando nisso, a ADP preparou um especial para abordar o assunto, com foco em cada tema relevante ao mercado. No conteúdo a seguir, confira quais são os processos atuais em andamento e seu contexto de atuação.
 
A robotização e o RH podem falar a mesma língua?
Com a constante chegada de ferramentas e tecnologias ao mercado, o departamento de Recursos Humanos também passou a adotar essas inovações no seu dia a dia. Atualmente, já podemos falar sobre análise de perfis de colaboradores, acesso real time a documentos – referentes a folha de pagamento, férias, licenças, atestados entre outros – e a organização completa dos dados de uma companhia no ambiente online.
 
Segundo a HR Magazine afirmou em 2016, o “RH precisa estar envolvido em discussões acerca da preparação e da ascensão da automação nas empresas”. Pensando nisso, selecionamos três tendências sobre o tema que deverão guiar o mercado nos próximos anos:
 
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Você trabalha além do horário? Veja como essa questão é vista pelo mercado
Independentemente se você é autônomo ou contratado por uma grande empresa, já deve ter olhado para o relógio em um dia muito atarefado e percebido que trabalhou mais do que deveria.
 
Mas você sabe qual é o limite da jornada de trabalho no Brasil?
 
Atualmente, é estabelecida a contagem de oito horas diárias e 44 semanais, mesmo que muitas vezes não consigamos seguir à risca essas delimitações – seja por prazos curtos, entregas emergenciais ou diversas demandas que aparecem em nosso dia a dia e que não podem esperar o dia seguinte.
 
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O que é desoneração da folha de pagamento e quais são seus possíveis efeitos?
Desde 2011 o Governo Federal tem alterado a forma pela qual tributa as empresa para fins de financiamento da previdência social. Historicamente as despesas previdenciárias têm sido financiadas por contribuições de empregados e empregadores. Estes últimos pagam contribuições equivalentes a 20% da folha de pagamento das empresas.
 
A chamada “desoneração da folha de pagamentos” implementada pelo Governo Federal consiste em substituir tal contribuição patronal por outro tributo incidente sobre o faturamento da empresa, e não mais sobre a folha de pagamentos, com alíquotas entre 1% e 2%, a depender do setor da economia.
 
Há redução parcial do imposto pago, pois, de modo geral, a receita gerada por essas alíquotas não compensa a perda advinda da menor tributação sobre a folha, o que significa perda de receita para o Erário e alívio financeiro para o contribuinte. Há um compromisso financeiro do Tesouro no sentido de ressarcir a previdência social pela receita perdida. Mas para o setor público como um todo (Tesouro mais Previdência) o resultado é perda de receita.
 
A principal razão para a adoção dessa alteração tributária é reduzir os custos de produção no Brasil, em especial o custo da indústria, que tem enfrentado dificuldades para competir com os concorrentes internacionais. Como é sabido, a carga tributária no Brasil é bastante elevada. Enquanto a indústria brasileira exporta embutindo em seus preços os altos custos tributários do país, seus concorrentes podem oferecer preços menores, pois pagam menos impostos em seus países de origem. O mesmo raciocínio vale para o mercado interno: a indústria nacional não consegue oferecer preços competitivos com os das importações.
 
A perda de mercado no país e no exterior reduz a participação da indústria no PIB. Isso diminui a oferta de empregos de qualidade, desestimula o esforço de inovação tecnológica das empresas, e amortece o impacto multiplicador que a indústria tem sobre outras atividades da economia. Em consequência, o Brasil tende a crescer mais lentamente.
 
Um tipo de tributo que é especialmente pesado para as empresas em geral, e a indústria em particular, são os encargos sobre a folha de pagamentos. De acordo com cálculos do DIEESE, uma empresa que contrate um trabalhador com o salário de R$ 1.000,00 acaba tendo um gasto adicional de R$ 308,90 (ou 31%) com contribuições sociais sobre a folha de pagamento1. Além da contribuição para a previdência, equivalente a 20% do valor do salário, há outras contribuições, como salário-educação e contribuições ao “Sistema S”, ao que se acrescenta o seguro-acidente.
 
Dados do Banco Mundial evidenciam o peso da carga tributária sobre a contratação de mão-de-obra no Brasil. O Gráfico 1 mostra a tributação sobre o trabalho como proporção do lucro comercial para empresas de vários países. O Brasil tem a 6ª maior carga em um conjunto de 176 países.
 
 
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O colaborador do futuro precisa ‘impor sua voz’ no ambiente de trabalho, aponta o autor Jacob Morgan
Com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho, muito se tem falado sobre como o futuro impactará a rotina das empresas, os novos desafios dos gestores e, também, o departamento de Recursos Humanos.
 
A ADP tem colocado essa questão em pauta, em especial após o lançamento da pesquisa Future of Work, em 2016. E, para colaborar com seu discurso, o autor de três best-sellers, incluindo o livro “The Future of Work: Attract New Talent, Build Better Leaders, and Create a Competitive Organization”, orador e futurista Jacob Morgan respondeu a algumas perguntas a convite do blog.
 
Na conversa, ele abordou como as cinco tendências que basearam sua obra: “globalização”, “mobilidade”, “mudanças demográficas”, “tecnologia” e “novos comportamentos”, têm mudado a cultura das empresas no mundo, e qual é o papel dos colaboradores nessa verdadeira revolução dentro das companhias.
 
Confira, abaixo, os principais pontos da conversa.
 
ADP: O tópico “futuro do trabalho” não é muito discutido no Brasil devido a nossa legislação trabalhista. Mas como você analisa o mercado global atualmente? Quais são as tendências que tendem a se tornar uma realidade de maneira mais ágil em alguns continentes, e as que aparecerão com mais atraso em outros?
 
Jacob Morgan: Em meu primeiro livro, “O Futuro do Trabalho”, explorei cinco tendências que são relativamente consistentes independentemente de onde você esteja. Elas são: globalização, mobilidade, mudanças demográficas, tecnologia e novos comportamentos. Cada organização tem que encarar esses tópicos. E, mesmo que elas sejam consistentes, pode haver diferenças nas maneiras pelas quais cada uma é abordada pelas corporações. Por exemplo, discussões sobre automação podem ser, talvez, mais predominantes e adiantadas no mercado internacional do que no Brasil.
 
 
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Entenda os impactos da aprovação da reforma trabalhista!
1. Introdução
 
Em dezembro de 2016, o Governo Federal lançou uma proposta de reforma trabalhista que objetiva aprimorar e atualizar as relações de trabalho no Brasil. Essas propostas repercutem diretamente em alterações na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e na Lei nº 6.019/1974 que trata do trabalho temporário.
 
Diante disso, muitas empresas, profissionais de Recursos Humanos e a população, em geral, estão preocupados com os impactos dessas mudanças e todos os pontos que poderão ser negociados diretamente entre empregadores e empregados.
 
A própria administração federal alega que a CLT precisa passar por uma atualização, já que não consegue mais acompanhar a evolução de vários setores da economia — como a área de tecnologia e engenharia, por exemplo, que passam por constantes transformações.
 
Então, para te ajudar a compreender melhor as consequências de uma possível aprovação da reforma trabalhista, listamos neste artigo os pontos mais importantes sobre o tema. Acompanhe e confira!
 
 
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Gestão de Capital Humano HCM
 
A Gestão do Capital Humano está mudando
Gestão do Capital Humano (ou HCM) já não é uma grande novidade. Mas então por que apenas 13% dos funcionários estão engajados no trabalho, como mostram estudos recentes da Gallup?
 
As organizações sabem como é difícil seguir o planejamento e estratégias definidas de uma boa Gestão do Capital Humano, especialmente quando as empresas passam a se expandir por todo o mundo. Cada novo escritório ou operação vem como uma cultura diferente como herança, sistemas de informação diferentes e novos riscos de conformidade.
 
Cronograma eSocial
 
Acompanhe o novo cronograma do eSocial, mas não relaxe!
Se você vinha acompanhando as notícias sobre o eSocial e andava preocupado com a aproximação do prazo final para adequação, saiba que você ganhou um novo fôlego. O Diário Oficial da União publicou um novo cronograma.
 
Definições eSocial – Agora, as empresas que tiveram o faturamento em 2016 igual ou superior a R$78 milhões tem até o dia 01 de janeiro de 2018 para adotar o sistema. A norma se torna obrigatória para as demais empresas seis meses depois, a partir de 01 de julho de 2018. A resolução também dispensa a prestação de eventos relativos à saúde e segurança do trabalhador (SST) nos seis primeiros meses após as novas datas para início da obrigatoriedade.
 

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